É possível rejuvenescer dez, quinze anos, numa manhã? Sim, desde que você satisfaça a exigência fundamental de escolher um médico especializado, necessariamente um experiente cirurgião plástico. A Ritidoplastia ou Facelift é a cirurgia do rejuvenescimento facial. “Não há cirurgia mais refinada, que exija maior domínio técnico somado à sensibilidade artística. É como pintar um delicado quadro numa sala de cirurgia”, afirma o cirurgião plástico Gilberto Scopel, da Clínica Scopel.
O ato operatório é cercado de medidas de segurança essenciais: equipe completa, incluindo médico anestesiologista, hospital com equipamentos atualizados, além de uma avaliação pré-operatória com todos exames dentro da normalidade. As mãos do cirurgião e sua equipe trabalham por cerca de quatro horas em movimentos com instrumentos delicados e precisos. Acabado o procedimento, o paciente permanece em cuidados hospitalares até o dia seguinte, quando então recebe alta para sua casa. A convalescença é de uma semana, com a progressiva volta à vida normal.
E qual o desejo de quem se submete à cirurgia de rejuvenescimento facial? Voltar o que for possível nos anos, sem perder a naturalidade, sem ficar com uma face nitidamente operada. “O excelente profissional é o que não deixa sinal de sua passagem, a não ser a juventude”, argumenta Scopel.
Nas últimas décadas a técnica cirúrgica evoluiu de uma simples tração da pele para uma refinada abordagem delicada dos tecidos profundos da face, recolocando-os nos seus locais originais onde a gravidade e os anos os retiraram. A vantagem é que não ocorrem mais os estigmas de uma face operada, os resultados acabam sendo extremamente naturais, sem trações exageradas da pele, cicatrizes em áreas aparentes ou perda de cabelo.
É claro que o ponto de partida é um correto diagnóstico, identificar qual a necessidade de cada paciente. “Nossa face é nossa identidade, temos nossos trejeitos, nossa maneira de sorrir, de olhar, de expressar nossos sentimentos. Nosso rosto é o nosso eu”, completa o especialista. A cirurgia facial é dividida em técnicas específicas para cada região como a testa, as têmporas, as pálpebras, as porções genianas, os lábios, o rebordo mandibular e o pescoço. Cabe ao cirurgião plástico experiente identificar cada particularidade e executar sua arte no tratamento.
“Nada, absolutamente nada, substitui uma cirurgia quando bem indicada. Algo interessante acontece com os pacientes rejuvenescidos de face, com a passagem dos anos, esquecem que se operaram, tal a aceitação da naturalidade dos resultados que colheram”, completa Scopel.
